O Artista está sempre
sozinho.
É a Solidão que o
caracteriza.
Angústia do silêncio
ouvida em todos os tormentos.
Ao olhar uma parede,
é a Sua alva cor que
vê.
Ao expelir o fumo
nicotinal,
são as Suas palavras
que lê.
Sem a Solidão, o
Artista é apenas…
… humano.
A sofreguidão que faz
tremer a caneta e a
dor latente são
poéticas.
Nada é banal.
Nada é comum.
Só assim ele consegue
ser.
Sentir não é mais do
que o
suave
beijo
da Solidão.
E viver é apenas o Seu
abraço.
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